post da Martinha Fonseca

Pandora de Natal

Novos charms para guardar memórias da melhor época do ano

04 dez 14

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A gente passa o ano inteirinho esperando por um momento especial como esse. É a nossa família que está ali, do jeito que só ela sabe ser, com os defeitos e qualidades que só ela tem. É a tia que sempre erra no presente, ou, no meu caso, aquela que parece que é a mãe – minha e de todo mundo; é a avó que esquece quem tirou no amigo secreto; ou o primo que é a alegria da casa, e que anima todo mundo com boas histórias contadas sempre com muito entusiasmo e um quê de surrealismo. São os novos bisnetos que trazem renovação à família, e os netos agora já adultos e donos de suas vidas…

A minha família é especial porque é minha, e o meu Natal é sempre inesquecível porque é meu, porque sou eu que estou ali, ganhando abraços, trocando carinho em forma de presente, ouvindo e contando histórias, me emocionando com as presenças e relembrando as ausências. É isso tudo combinado, junto, em um único momento, que faz o Natal ser o que é – acredito muito que foi para isso também que Jesus morreu numa cruz.

Mas e aí, quando tudo isso passa, os dias 24 e 25 finalmente viram o 26, e depois se transformam em 30, 1º ou o 15, de janeiro ou março, quem sabe, e aquela noite vai ficando distante? E aí, como faz?

Eu realmente acredito que um momento assim é algo tão especial que não merece passar batido, não merece ser esquecido, e não merece ficar guardado no fundo da gaveta, esperando que 364 dias passem e que a gente possa viver isso tudo novamente. Pelo contrário, o meu Natal merece um lugar pertinho de mim, algo que fique ali o ano todo me dizendo “ei, está lembrada daquela noite?“, “não esquece da sua capacidade ser feliz, não, hein?”, ou quem sabe um “ei, psiu, já viu o tanto de gente que te ama que você tem por perto?“.

Quando a Pandora , marca que já uso e amo tanto, me chamou para conhecer os lançamentos de Natal e montar meu próprio bracelete de charms natalinos foi nisso que pensei: Natal é sempre uma data especial e todo o recurso que eu puder usar para manter ele vivo, perto de mim, o ano todo é válido! Aí, se esse recurso foi algo charmoso assim, delicado e cheio de sentimentos e memórias, fica uma delícia né?

Depois que o dia 24 e 25 passarem, quando a família for embora cada um para suas casas, quando os abraços já tiverem sido dados, quando o silêncio voltar a aparecer por aqui, quero poder ter um dia de preguicinha, deitada na cama, repassando, charm por charm, todos os momentos lindos que passei junto daqueles que Deus escolheu para ser minha família.

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À mim e à minha família – e também a vocês, madames – eu conto os meus desejos para o Natal e para os dias que se seguem a ele através dos charms dessa coleção especial (e também desse conjunto lindo de brinco e colar) da Pandora : quero que a magia do Papai Noel continue viva – afinal, é para isso que Tuco, o sobrinho de madame, veio né?-, que muitos presentes sejam dados e recebidos, quero que muito amor seja compartilhado, que a história de Jesus Cristo e seu sacrifício por nós seja lembrada, e que o clima de Natal, de amor e gratidão, se estabeleça. Do Natal, quero renovação, quero forças para continuar indo adiante, quero amor para me manter viva e acreditando que ser feliz, todos os dias, mesmo com as dificuldades da vida, é possível.

Feliz Natal adiantado, madames! :)

Reparam como eu ando sentimental esses dias? hihihih Espero que estejam nessa mesma vibe que eu, e que compartilhem aqui também as suas histórias de outros “Natais” que já passaram, e as expectativas e memórias que desejam ter do Natal desse ano. Agradeço à Pandora pelo convite de passear pelas minhas “memórias natalinas” através de uma coleção tão linda como essa: dos temas mais lúdicos como papai noel, caixa de presente, ursinho, a carta de natal e estrelas, à aspectos mais reais como a missão dos 3 Reis Magos na noite em que Jesus nasceu, e o amor que compartilhamos com os nossos entes queridos e amigos, e que fica registrado do charm de corações vazados.

Quem quiser conferir essa e outras novidades de Natal da marca (que eu uso e recomendo muito!, porque é mesmo uma delícia completar, de pouquinho em pouquinho, esse bracelete…), dá para olhar a loja virtual da Pandora. É só clicar aqui!

Abaixo, minhas escolhas de Natal na Pandora! ho, ho, ho!

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Charms, Bracelete, Colar e Brinco – Pandora | Fotos: Marianna Calmon

Que boas histórias seus charms poderão contar sobre você nesse Natal?

 

 

 

Categoria: Moda
post da Martinha Fonseca

Dica de Madame: músicas para superar o fim do namoro

Nem tudo está perdido, madame!

30 set 14

O fato é: não está fácil para ninguém, e se tem uma dor que doe (hahaha, sorry mas no amor o exagero tem licença poética) é essa de amor. O mundo parece que vai acabar, tudo perde sentido, o chão some, a alegria vai embora, as lágrimas e o drama ficam…e minhanossasenhora, chega o Natal, a Páscoa, o São João e o Natal novamente (!), mas não chega o fim de dessa fossa!! Por isso, e porque eu também já tive meus momentos “corta-pulso” e sei que tudo isso passa, aqui estou eu para ajudar vocês. Segura na minha mão e vem, madame, que nem tudo está perdido. Como dizia minha sábia mamãe, “você não nasceu amando, não vai morrer amando”. Certo?

Então vamos lá, por partes! Porque a verdade é que a fossa não passa de uma hora para outra, e por isso dividi toda essa árdua estrada da recuperação em momentos distintos, assim a gente vai ganhando uma etapa por vez rumo a felicidade (hahaha #AutoAjudaDeMadame). Let’s?

Momento 1: “Estado de Negação”. Ou seja, você ainda está namorando, mas a coisa vai de mal a pior, seja pelas grosserias dele, seja porque a sintonia não existe mais e você até gostaria de continuar junto ou de acreditar que tudo ainda pode melhorar…mas sabe que isso não passa de pura enrolação e auto-engano. Está nessa situação? Então, aperta o play!

Momento 2: é, não tem jeito. Esse namoro vai ter que acabar. Se enganar é prolongar sofrimento e continuar do jeito que está é muita falta de amor próprio. Então vamos lá, coloque tudo na balança,  veja que houve momentos bons, mas não se apague a eles, até porque os momentos ruins foram mais numerosos e mais dolorosos. Então, aceita que chegou ao fim, que nem tudo é para sempre, e termina essa namoro, madame. Sim, pare de dizer coisas para que ele termine, porque homem nunca termina. A vida é sua, quem tem que tomar as decisões é você. Díficil? Com certeza! Até porque essa é a hora que você vai chorar mais que um bezerro desmamado. Mas vai lá, e enfrenta isso!

Momento 3: A Raiva. Sim, dá raiva. Você amou o sujeito, se dedicou, abriu mão de várias coisas, fingiu que não viu o óbvio, renovou suas crenças no ser humano e no final o namoro terminou do mesmo jeito. É bem verdade que terminar não quer dizer que não valeu à pena, mas a verdade é que ainda está cedo para pensar assim. No momento da raiva, a maturidade vai embora, FATO. E quer saber, não tem problema nenhum nisso! É só ouvir as músicas certas, jogar essa raiva para fora, que já já o sossego e a felicidade vêm.


Momento 4: essa é a hora que as amigas são extremamente importantes. Porque depois da coragem, da raiva e de toda adrenalina de “eu fiz a coisa certa, uhu!”, a probabilidade de você entrar no momento oposto e pensar “meodeos, que besteira foi essa que eu fiz?!!?! tô com saudade, quero voltar!” é grande, é enorme! E aí, querida madame, suas amigas serão ainda mais necessárias e vitais à sua sobrevivência. São elas que vão lembrar, mesmo contra sua vontade, que sentir saudade não é a melhor das opções. Ligar para ele e contar isso, então….muito menos! E aí quando você vier com aquele discurso de “ah, eu queria não amar ele”, “queria não pensar nele mas não consigo”, bem, elas farão você conseguir. Aperta o play!

Momento 4: “Fênix”. A-há, eis uma hora importante, eis um momento que deve ser curtido. Você sobreviveu, e depois de tanto sofrimento, não é que você percebeu que existe vida após o ex? Aleluia, madame!! Essa é a hora que você está linda, focada na dieta e na academia como nunca esteve antes, novos paqueras apareceram na área (você nem quer namorar de novo por agora, mas só de ter alguém te lembrando que você é linda é bem bom, né?), seu fim de semana bomba de tanta resenha e seu whatsapp não pára. Certamente você não está 100% feliz, mas está certa de que é apenas uma questão de tempo para a ferida fechar de vez. Então, aproveite! :)

Momento 5: O retorno. Sim, porque basta você dar alguns sinais de felicidade que o infeliz sente o cheiro, e depois de anos te ignorando (inclusive aqueles que você estava do lado dele, lutando pelo namoro sozinha…), ele resolve aparecer, dizer que você é a mulher da vida dele e até o papo “casamento” rola. E aí é fácil cair nessa armadilha, a vaidade de finalmente ver ele correndo atrás é grande, mas seja firme. Normalmente essa é apenas uma reação desesperada de alguém que foi deixado para trás. Então, se permita se deliciar um pouco com esse momento (hahaha :P), mas não se perca muito nisso, tá? Quem perde muito tempo para ficar mostrando isso ou aquilo ao outro normalmente perde tempo de se mostrar verdadeiramente a si mesma. Fica dica, ok? Curta a fase, mas só um pouquinho.

ps: desculpa aê, madames; mas tem hora que só uma música mais “baixaria” resolve. Mas se você não curte, nem tudo está perdido. As duas músicas abaixo são para você! :)

Momento 6: Linha de chegada, você sobreviveu e venceu a fossa! Uhu!! Parabéns, madame!! A essa altura você deve estar se sentindo linda por conta própria, sem precisar que seu ex rasteje por você ou que novos paqueras te digam isso; você vai à academia porque quer se cuidar, você ouve músicas triste e nem liga, ouve músicas felizes e te faz bem. O passado virou passado, sem rancor, sem ódio. Você fica bem em casa numa sexta-feira à noite, da mesma forma que se sente bem saindo num sábado seja para jantar seja para uma balada. Você está solteira, e está feliz! Top, hein?

Categoria: Dica de Madame
post da Martinha Fonseca

Roupas que contam histórias

Sim, minhas roupas contam histórias sobre mim. E as suas?

25 jun 14

Uma das coisas que mais me tiram do sério atualmente é quando alguém me vem com aquele papo de que moda é futilidade. Às vezes não é um papo em si, mas um olhar reprovador, de cima para baixo, construído sob a idéia boba de achar que, porque tenho um blog de moda ou porque simplesmente gosto de moda, eu estou ocupando minha vida útil com algo inútil. Nada mais bobo, nada mais preconceituoso, nada mais sem sentido.

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Eu não sei vocês, mas quando abro meu armário todos os dias para me arrumar, eu não vejo apenas pedaços de tecido ali, aleatoriamente pendurados em cabides ou dobrados em gavetas. Mais do que uma obrigação ou convenção social (afinal, você sai nua de casa?), as nossas roupas e, mais importantes, o que nos fazemos com elas, dizem muito sobre quem nós somos, o que fazemos, onde andamos e que histórias vivemos. Sim, minhas roupas contam histórias sobre mim. E as suas?

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Tem uma saia de oncinha que eu amo de paixão – olha ela aí em cima, na foto! Amo não apenas porque ela é linda de morrer e sempre quebra um galho quando aquele clássico momento “não sei o que vestir” acontece, mas porque eu estava vestindo essa saia quando uma grande amiga mostrou para mim porque a vida tinha colocado ela no meu caminho. Foi quando eu estava vestindo essa saia de oncinha que senti um dos piores ‘abandonos de amor’ pelos quais já passei. Foi um misto de sentir que fui deixada para trás com um sentimento de revolta que me foram, mais tarde, essenciais para determinar e correr atrás de uma das melhores decisões que já tomei na vida: o de lutar por mim! Não tem como não lembrar desse episódio quando olho para essa saia. E aí, todas as vezes que a vida me traz situações em que preciso achar aquele super power que fica guardadinho láaaa dentro, láaaa embaixo de tudo, é dessa saia que eu lembro e do tanto que ela me lembra que eu sou capaz.
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Dia desses, olhando umas fotos antigas no iPhone, parei na foto de quando fiquei pela primeira vez com Dan. Estava pronta para sair de casa, com essa saia linda de paetês, e querendo saber se tinha acertado, mandei para uma amiga a foto do look, dizendo: “tá bom assim? Vou ganhar elogios quando entrar no carro?” (hahaha quem nunca, né?). Abro um sorriso imenso só de lembrar dessa conversa! Primeiro porque minha amiga estava lá, online, pronta para me responder e me dar apoio; segundo porque, sim, eu ganhei elogios!! Aliás, foi dessa saia que mais senti falta quando ganhei uns quilinhos no final do ano passado. Ainda bem, o #saúdedemadame segue firme e forte e há um tempo eu já voltei a usar essa danadinha. oba! :)

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Faça um exercício, abre seu armário e veja quantas histórias encontra ali. Quantos cinemas com suas amigas aquele cardigan presenciou, quantas reuniões importantes aquela camisa de botão (a camisa da sorte!!) te acompanhou, a quantos programas inesquecíveis aquele sapato alto te levou. Sou capaz de me perder em histórias divertidas, engraçadas ou trágicas, mas importantes, que vivi só de olhar o meu armário. Certamente, cabem mais histórias ali do que a quantidade de roupas, em um primeiro momento, pode dar a entender.

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Um mesmo sapato preto, comprado em SP durante a viagem que fiz para ver o show da minha vida (John Mayer, seu lindo, ainda vou te ver de novo!!!), estava presente também no meu jantar de um mês de namoro (hihihih), em um casamento com histórias absurdamente engraçadas e em mais um montão de look do dia que compartilho com vocês aqui ou no instagram.

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Esse short jeans, mais curinga que qualquer outro, é tão cheio de histórias como as pedrinhas já caídas podem sugerir. Estava com ele no Trivela mais épico da minha vida!!! Até hoje dou risada, e até hoje essa história vira “hashtags” loucas em fotos no instagram (hahaha não é uma delícia encher a foto de hashtags que só você e seus amigos entendem?).

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Ai ai ai, poderia ficar aqui narrando mil histórias e reflexões sobre tudo que já vivi com essas roupas… no momento em que faltasse inspiração, era só levantar da cadeira, ir até o quarto, abrir o armário e mais um montão de coisas viriam à cabeça. É incrível viver assim, cheia de histórias para contar, de risadas para lembrar, de aprendizados para reforçar.

É por isso que reforço o meu convite: faça um exercício, abra seu armário e veja quantas histórias você é capaz de encontrar ali. Roupas paradas ocupam espaços e contam, no máximo, uma pequena frase sobre monotonia. Estão longe de contar histórias completas, com início, meio e fim! Passe adiante o que não diz nada sobre você ou o que te lembra coisas ruins. Abra espaço para enxergar novamente peças que te fazem sorrir e lembrar de coisas boas; abra espaço para peças que de fato vão te trazer experiências novas, amizades para vida toda, amores novos ou novas histórias com seu amor antigo. Parece tentador, não?

A7Blusa | Saia | Quimono – Alane’s

Foto: Marianna Calmon

 Viver é para poucos. Seja um desses, madames. :)

 

 

 

Categoria: Moda