post da Martinha Fonseca

Looks da Semana

vocês estavam pedindo, certo?

26 fev 18

Looks da Semana. Sim, o post mais pedido para aparecer por aqui desde que retomei as atividades do blog! Eu estava tendo dias de planejamento, de organização do ano, e não era raro passar a rotina do dia a dia toda em casa – e, consequentemente, sem looks publicáveis (rolava até pijama o dia todo). Fora a falta de prática mesmo, de clicar o look sem colocar no stories para guardar o gostinho de ver tudo por aqui, no blog.

Mas, acabou esse chororô e essas desculpas, porque hoje, para começar essa semana que é, metade fevereiro e metade março, meus looks da semana que passou. Vai que inspira alguma madame aí do outro lado a dar um up no visú, né? Se for o seu caso – ou se você “só” gostou de algum look mesmo, comenta aí, tá? Minha empolgação de escrever e compartilhar conteúdo aqui no canal é diretamente proporcional a interação com vocês! <3
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De trás para frente, dois looks que usei no fim de semana:

  • na esquerda, look para o jantar de domingo com amigos: tshirt zara, saia renner, bolsa Schutz, tênis Adidas
  • na direita, look para o almoço de domigo com minha vó: blusa zara, short renner, bolsa schutz e tênis adidas.

looksdasemana1 (1)

Para completar o post, um look mais arrumadinho todo em jeans que eu amei, e outro que eu odiei e não sei como sair de casa com ele. Mas realidade é isso, né, mores?

  • look esquerda, compromissos de trabalho: blusa zara, vestido Cantão,Bolsa Louis Vuitton, Mule Schutz, colares @_welovejoias;
  • look da direita, não faço ideia para onde eu fui vestida assim. help!: blusa Frufru Store, calça zara, sandália arezzo, bolsa schutz, óculos Hugo Boss
Categoria: Moda
post da Martinha Fonseca

Diário de Madame e o pensamento do dia

para começar a semana com o pé direito!

08 maio 17

Dia desses uma amiga me perguntou como foi que eu consegui, anos atrás, terminar um relacionamento que já não tinha futuro. Ela estava naquela clássica situação de que a gente olha a realidade, admite que está tudo errado, que ele já não está mais tão afim, que os momentos felizes são poucos ou quase nenhum, mas mesmo assim a gente vai lá, insiste, e ao contrário do que foi pensado e planejado, continua o namoro, o rolo ou a ficada.

A verdade é que a gente tende a achar que a vida vai enviar um sinal irrefutável de que chegou a hora do “basta”, que um dia você vai sentir aquilo tão forte dentro de você que o término não significará nada além de alívio.  O medo da dor de um rompimento é tão grande, que a gente passa não só a desejar, mas a acreditar que será possível terminar e fica bem de imediato. Que não vai ter dúvida, que de repente você saberá o que é bom para você e isso bastará, que você será tão absoluta e plena na decisão que será fácil tomá-la.

Mas aí, diante da indagação da minha amiga, talvez eu tenha dado a resposta que ela tanto temia ouvir: “fórmula mágica e passo a passo de como terminar sem sofrer não existem. Eu sei, seria mais legal se tivesse, mas não tem, não”.

O que podemos ter no entanto é coragem. Coragem de admitir que não está dando certo, que o que você deseja que aconteça não é o que necessariamente vai acontecer (ou que tem acontecido); coragem de admitir que você está dando murro em ponta de faca e sendo meio Poliana demais, sonhando que um dia, do nada, tudo vai ser diferente. Mas não tem sido, né? Sua vontade de que aquele menino seja quem você gostaria de ter ao seu lado a vida toda (ou pelo menos a semana toda) é tão grande que você projeta nele e no vínculo entre vocês algo irreal, que não existe mais ou que nunca existiu. O bom dia que ele te manda de manhã, quem sabe, é apenas um bom dia mesmo, sem nenhum significado especial de “é o jeito dele de dizer que me ama“. Se ele te chama para sair, e a saída é até legal, vocês se divertem e tal, mas no dia seguinte ele some, quem sabe esse comportamento não tem mesmo nenhum motivo oculto, incompreensível ou estranho. É apenas ele te dizendo que é ok sair com você, divertido até; mas só isso mesmo. Sem planos, sem namoro, sem algo sério.

Coragem, madame, coragem.

Perceber a realidade como ela é, reconhecer que não tem mais suco para sair dessa laranja não é sinônimo de derrota – não é culpa sua. O amor é feito mesmo de desencontros, términos e decepções às vezes. Não é só com você que isso acontece, não é só uma vez que isso vai acontecer. E não é que não vai doer. Terminar dói sim, parar de ficar quando a gente queria tanto que desse certo machuca, sim. Deixa a gente triste, sim. É um luto, sim! – e aí, como todo luto, merece ser vivido, compreendido e elaborado para que, com o passar dos dias, a ferida cicatrize e você se sinta pronta para outra. Sem traumas, sem assuntos inacabados, sem sonhos irreais e com muito, muito aprendizado.

 

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  1. Look para um evento: blusa Renner, colar Juliana Manzini para Trajano e Sophia, saia Kallayne, Bota Schutz e Bolsa Arezzo
  2. Gravação do programa Chegue Mais: blusa militar Dafiti, blusa listrada não lembro, saia Dress To, Bota Schutz, bolsa Prada
  3. dia a dia: blusa jeans Dafiti, calça OH Boy, bolsa arezzo
  4. dia a dia: blusa não sei, saia fru fru store, cardigan zara, bolsa arezzo, mule schutz
  5. evento riachuelo: blusa riachuelo, saia Artsy, tenis melissa, bolsa prada
  6. sábado de manhã: vestido bob store, blusa jeans dafiti, bolsa prada, tênis arezzo

 

:*

boa semana para gente!

Categoria: Comportamento, Diário de Madame
post da Martinha Fonseca

A resiliência e a capacidade de enfrentar os problemas ativamente

Diário de Madame

13 mar 17

Resiliência: ao meu ver, hoje, uma das melhores características que um ser humano pode ter, ou melhor, desenvolver.  Na definição do dicionário –  no que se refere ao sentido figurado de resiliência emocional e que é o enfoque que me interessa aqui -, resiliência é a “capacidade de superar, de recuperar de adversidades”. É basicamente não ceder às pressões do dia a dia, é não reagir de forma desequilibrada a elas, é não se deixar dominar por elas.

O mais interessante dessa característica quase mágica de um ser humano é que ela não é algo como a cor dos olhos, a cor da pele ou alguma predisposição genética que carregamos por toda vida. O que quero dizer é que ser resiliente não é algo que nasce com  a gente, e que de forma bem catastrófica e simplista poderia definir que quem tem tem, e quem não nasceu para ser assim jamais o será. Ao contrário, resiliência é algo que dá para desenvolver, sabe? É quase que como os músculos que treinamos na academia (ou no crossfit). Ser resiliente é resultado de um processo de aprendizagem ao qual qualquer pessoa pode se submeter. Não é maravilhoso isso?

Lendo sobre o assunto e conversando sobre ele com minha psicóloga (acho que ela não sabe que está virando um personagem aqui, hehehe) percebi um detalhe básico sobre o processo de aprendizagem da resiliência sobre o qual não tinha me dado conta antes e que é fundamental para gente ser bem sucedido nesse negócio de atravessar os problemas de uma maneira construtiva: você tem que reconhecer que seus problemas são seus.

Há uma tendência passiva em certas pessoas  de identificar os problemas que as cercam como responsabilidade do outros. José pode até ser a pessoa que é atingida por certas atitudes de João, ou pelo jeito de ser ou pelo temperamento dele. Mas enquanto José não se enxergar como parte desse processo que o machuca, como a parte que de alguma forma autoriza (ainda que inconscientemente ou movido por alguma demanda emocional) esse comportamento de João diante dele, muito provavelmente José não conseguirá lidar com esse problema, geri-lo e, de forma resiliente, não sucumbir a ele.

Há uma inteligência emocional na raiz da capacidade de resiliência. Uma coisa não existe sem a outra, uma coisa acaba levando à outra. Porque não se pode mudar algo sobre o qual não temos domínio. Não podemos querer gerir aquilo que não reconhecemos existir, e nossas atitudes não tem relevância ou ingerência sobre aquilo que não é nosso e em relação ao qual nos eximimos de responsabilidade.

Os seus problemas são seus. E no momento que de fato forem, perceba, ficará mais fácil lidar com eles, não se deixar dominar por eles e até, quem sabe, não só reagir a eles de uma forma melhor e mais inteligente, mas também, de alguma forma, torná-lo um “não-problema” para você.

Que a nossa semana seja iluminada, madames!

Vamos aos looks da semana? Amei todos! hihihih

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1. para resolver coisas na rua: blusa Boah, Saia Rosa Chá (Dafiti), Bolsa e Bota Schutz
2. Dentista e outras coisas na rua: blusa Colcci (dafiti), Calça Renner, blusa jeans Zara, Bolsa e sapato Schutz
3. evento: conjuntinho @frufrustore, blusa GAP, sandália e bolsa Schutz
4. evento arezzo: look @mesckla, sandália Arezzo
5. almoço com amigas: blusa Zara, calça Renner, sapato e bolsa Schutz
6. acompanhar amigas em uma competição de crossfit: blusa farm, short zara, bolsa Arezzo, sandália Ipanema.

Ah! Madames, eu sei que ultimamente tenho ilustrado o diário de madame apenas com as fotos dos looks (o que eu já acho super bom!), mas essa semana foi especial no quesito “encontros” , então quis deixar aqui o registro:

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Na quarta-feira, 08/03, participei de um evento déli na Frufru, junto com a marca Onça Preta. Aí em cima sou eu, claro, e a equipe da loja que sempre me atende com a maior alegria!! <3looks3

Acima, as madames mais tagarelas que eu conheço (eu incluída, claro!). Foi ótimo encontrar duas madames (Alana e Larissa) dois dias seguidos, nos dois eventos. Aí, na Arezzo, ganhamos a companhia extra de Malu, outra madame fofa! Já podemos marcar o cineminha e um cafézinho para mais bate papo, madames! <3

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E aqui, euzinha com as franqueadas e amigas da Arezzo, Mariane e Raquel, além de Julia, vizinha e amiga, e Chris Ricci, consultora de moda que arrasou explicando as tendências de inverno lá no evento! :)

 

Categoria: Diário de Madame