post da Martinha Fonseca

Garimpo de Madame

fotos + e vídeo!

19 jul 16

oi, madames!!!

yey!! post em formato inédito no Armário de Madame!! Preparadas?

O garimpo de madame é um dos post mais queridinhos aqui do blog, e embora sumido porque ando achando difícil fazer bons achados ultimamente, eu sempre faço com muito carinho. Compartilhar bons achados é uma delícia, né? Imagina o tanto que eu esotu eufórica, então, para conferir as impressões de vocês sobre o garimpo de madame de hoje!

É que, além das fotos dos achadinhos, eu também filmei tudo em vídeo para mostrar para vocês. Desde a hora que cheguei na loja e a busca por peças legais, até a hora do provador, mostrando timtim por timtim minhas impressões sobre cada uma das peças. Fui nas lojas c&a e Riachuelo do Shopping da Bahia, tá?

Os preços estão aí embaixo!

Primeiro, na C&a:

G1

TOP r$29,99 / r$99,99
G2

TOP r$39,99 / SAIA r$79,99

*** faltou a foto do vestido listrado que aparece no vídeo. Ele custa R$ 79,99, ok?

—–

 

Na Riachuelo:

G3

SAIA r$ 69,99 / BLUSA ARQUIVO PESSOAL (ZARA)

G4

CASACO R$99,90 | SAIA R$ 79,90

G5

SAIA R$89,90 / BLUSA ARQUIVO PESSOAL (ZARA)

Categoria: Moda, Video
post da Martinha Fonseca

FruFru de Verão!

um perfume doce e sensua

19 jul 16

Há um perfume tropical no ar. Ao mesmo tempo doce e sensual também. O verão começa a dar o ar da graça e especialmente nesse ano, os ombros ganharão todas as atenções. Já foi assim no inverno que está acabando, e no verão essa atitude ganha ainda mais força. Bom para quem é da minha turma que gosta de mostrar, mas nem tanto. hihih x)

O vestido de hoje traz um pouco de cor e doçura para nossa terça-feira. O vestido estampado com decote ombro a ombro é da coleção de verão 2017 da FruFru, nova loja parceira do Armário de Madame e que tenho o maior prazer de apresentar a vocês, madames! Looks lindos nos esperam por lá, posso garantir! <3

A @frufrustore tem três lojas na cidade: Cidade Jardim, Pituba e Shopping Estrada do Côco. Ou seja, tem Frufru para todas as madames em todos os lugares. Vê só esse look de hoje! É só uma amostrinha do que o verão vai trazer de bom pra gente. Ou melhor, já está trazendo!

Fru Fru-1 Fru Fru-2 Fru Fru-7 Fru Fru-10Fru Fru-4
Fru Fru-13Fru Fru-11 - Copia

Vestido e brincos – #@frufrustore | Sandália – Dumond | Colar (letra) – Letícia Peranovich | Colar (corações) – Tiffany´s

Fotos: @mariannacalmon

Categoria: Moda
post da Martinha Fonseca

A maldade do mundo

e o que a gente tem a ver com isso

18 jul 16

Me entristece. Me choca. Me desanima. Não é possível que o mundo esteja tão fora dos trilhos assim. Não é possível que matar pessoas se torne corriqueiro, que ataques terroristas aconteçam com tanta frequência, que guerras existam e continuem produzindo refugiados em massa. Não é possível que negros morrendo por serem negros sejam algo comum. Que gays apanhem por serem gays. Que mulheres sejam violentadas por serem mulheres. Que assaltos aconteçam à luz do dia e que a gente esteja se acostumando com isso.

Não é possível que tanta coisa ruim esteja acontecendo.

A semana que passou foi difícil de digerir. O ataque em Nice foi um soco no meu estômago, e todos os acontecimentos terríveis que vieram antes e depois disso (dos mais drásticos como o assassinato de policiais nos EUA aos mais “comuns” como tiros numa rua que costumo frequentar aqui em Salvador) seguiram dando socos no meu estômago. O mundo está louco, o mundo está ruim de se viver. E isso me devasta, me entristece, me coloca para baixo.

Passei horas pensando em tudo isso e em como eu, você e outras pessoas comuns temos nada e tudo a ver com isso.

Nada porque, de alguma forma, resolver o problema do terrorismo ou de assassinatos racistas compete às autoridades de cada país, dos seus ministérios de defesa, presidentes e primeiros ministros – e não é hora de usar a lei de talião. Por outro lado, de alguma forma, temos tudo a ver com isso porque qual será a nossa parcela de culpa em promover o ódio, nós mesmas, no nosso dia a dia? Quão culpadas somos em colocar em patamar de normalidade como se normal fosse odiar as pessoas?

Não dirigimos caminhões por aí que matam pessoas em dias de festa. Mas somos, talvez, a pessoa que se esconde atrás de uma tela de celular e faz comentários terríveis sobre alguém apenas porque não somos “obrigados a nada”. Apenas porque precisamos (really?) ser sinceros, e não “talifãs” que adoram tudo que fulaninha faz. E ali plantamos a semente do mal, do ódio, do não querer bem, do não se colocar no lugar do outro.

Não matamos alguém só porque ele é negro, mas olhamos torto quando um negro senta do nosso lado. E ali plantamos e alimentamos a diferença entre seres humanos iguais. Não somos loucos que usam religião para matar outras pessoas, mas não respeitamos o amigo na escola que defende o evolucionismo – chamamos eles de ridículo, burro e no mundo plantamos a semente da intolerância.

Não somos o ex-namorado enciumado que mata uma mãe com facadas na frente da própria filha. Mas somos as mulheres e os homens que descreditam o feminismo, que questionam os argumentos de uma mulher, e que plantam na nossa sociedade o sentimento de que nem tudo foi feito para mulheres fazerem.

O mundo está cheio de ódio e talvez você prefira entender que nada disso tem a ver com você. Que o problema está, única e exclusivamente, lá na Síria, lá em Paris, lá nos EUA, lá no Rio de Janeiro, lá em Brasília.

Ou então você pode começar reconhecendo que o ódio extremo um dia foi “apenas” um olhar torto na rua, um comentário maldoso na internet, uma pergunta indelicada e que existe uma parcela de erro em você. E aí, ao reconhecer isso, você tente fazer algo, você mesma, para mudar você e a sua relação com o mundo.

 

Porque não há, em mim ao menos, uma outra forma de pensar o assunto: se o mundo vai mal, e eu faço parte do mundo, deve haver algo que eu possa fazer no meu dia a dia, na minha realidade, que possa contribuir, de alguma forma, para mudar o rumo que as coisas andam . E você pode me achar uma Poliana por pensar assim. Tudo bem. Não ligo. Prefiro ser Poliana e achar que as coisas ainda tem jeito e que de alguma forma eu posso contribuir para algo melhor, do que ficar parada, horrorizada com o mundo ao meu redor, achando que nada nessas tragédias tem algo a ver comigo.

:(

Categoria: Comportamento, Diário de Madame