post da Martinha Fonseca

Manifesto Fashion – yes, we can!

02 maio 11

No dia 17 de abril, uma “polêmica” se instalou no Armário de Madame (não lembra?? clica aqui!). “A calça vermelha é ou não é bonita? É ou não é fashion? É ou não é the new black?”.

Bem, a maioria dos homensa tirar por Felipe – não é muito a favor dessa revolução colorida. Mas, como madames que somos, temos identidade, (bons) gostos e vontades próprias e, para todos os homens que dizem que calça, saia e short vermelhos são coisas de Restart, a gente diz: yes, we can! #obamafeelings





Vamos mostrar que esse bullying fashionista não está com nada e que podemos sim ficar muito elegantes de vermelho!

Vamos mostrar que misturar vermelho com tons de camelo é super chic e que, com essa combinação, somos madames!

E, por fim, vamos mostrar que até com uma blusa branca, bem básica, a calça vermelha é massa e nós, com elas, ainda mais madames!!!

hahaha quanto drama no meu post hoje, não é?!

Mas é que a calça vermelha é realmente o must have dessa temporada e não dá para gente receber tanto “bullying” e fica calada, não é?

Muito obrigada às madames que atenderam à minha convocação e me mandaram suas fotos!!

Obrigada também às madames que, mesmo sem usar ou ter uma calça, saia ou short vermelho, me deram apoio!

No mais, alguma dessas madames de vermelho são blogueiras também. Abaixo, o link pros blogs delas:

Silvia Façanha – Origem de Mim
Haytana Braga – L’atelier
Emanuelle Medeiros – Pitada de Glamour

beijos madames!! até a próxima! :D

Categoria: Sem categoria
post da Martinha Fonseca

Em busca de abrigo de Jojo Moyes

minha primeira leitura do ano

27 jan 16

Aposto que esse post estava sendo aguardado com ansiedade!! Quem já leu algum livro de Jojo Moyes fica ansiosa pelo próximo, Não tem para onde correr. A autora britânica é mestre em escrever histórias envolventes, com personagens fortes e diálogos incríveis. Tive a minha experiência de estreia com Um mais Um, e agora, para a primeira leitura do ano me joguei, ao longo das minhas férias de início de janeiro, na leitura de Em Busca de Abrigo.

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“A nova edição do romance de estreia da autora vencedora do prêmio RNA com A casa das marés. Na noite da Coroação da Rainha Elizabeth II, em 1953, a comunidade de expatriados de Hong Kong se reúne para celebrar o evento com uma festa. Enquanto os convidados tentam ouvir a cerimônia em um rádio antigo, Joy, uma jovem de 21 anos, se apaixona. Menos de vinte e quatro horas depois da festa, ela já está prometida em noivado ao rapaz, mas só tornará a se encontrar com o noivo um ano depois. Em 1980, um ato de rebeldia faz Kate, aos 18 anos, fugir do Condado de Wexford, na Irlanda, com sua filha ilegítima. Quinze anos mais tarde, Sabine deixa Hackney, o elegante bairro onde mora, em Londres, para visitar os avós que jamais conheceu e descobre que Wexford parece ter parado no tempo. Quando Sabine, sua mãe e sua avó voltam a se encontrar, um segredo de família cuidadosamente guardado é descoberto, bem como algumas verdades importantíssimas: o conflito entre o amor e o dever, as escolhas que as mulheres são obrigadas a fazer e o relacionamento entre mães e filhas”

Coloquei aí em cima um resuminho da história para quem ainda não conhece o livro possa se situar e ir acompanhando o post.

Confesso, logo de cara, que Em Busca de Abrigo não foi um livro de leitura frenética para mim. A história é interessante, o conflito entre as personagens de três gerações da família parece capaz de acontecer em qualquer família, mas algo que é apontado como trunfo no livro me incomodou bastante. A narrativa é sempre narrada em terceira pessoa, mas vai alternando, a cada capítulo, o ponto de vista de cada uma: assim, em um capítulo você está acompanhando os acontecimentos sob o ponto de vista de Sabine, a neta; e no outro, você é transportada a outro período da vida de Kate, a mãe, ou ainda de Joy, a avó. E isso cortou um pouco meu barato: quando eu ia me empolgando, me afeiçoando à personagem, seus conflitos, suas motivações e sua história, PAM!, acaba o capítulo e um novo ponto de partida é introduzido.É claro que ao decorrer da história toda essa trama de pequenos acontecimentos da vida de cada personagem vai fazer sentido e vão se mostrando como partes de uma história só. Mas fiquei confusa.

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Por outro lado, Jojo Moyes parece escrever uma história cheia de generosidade, ao mostrar personagens complexos, com coisas boas e ruins, atitudes boas e outras nem tanto. Gosto de histórias que são construídas com personagens reais, e isso me motivou durante alguns períodos de narrativa mais lenta ao longo do livro.

Outro ponto positivo são os personagens secundários. Adorei todos. São interessantes, e tem histórias bacanas também, fazendo um bom pano de fundo para toda a história acontecer.

Para quem vai se jogar na leitura, aviso que as últimas 150 páginas do livro são as melhores e vale a pena chegar até elas. O final me agradou, embora tenha sentido falta de diálogos mais avassaladores.

De todo modo, ao meu ver, para quem gosta de uma leitura leve e prazerosa, Em Busca de Abrigo atende muito bem – apesar de não ser, como eu disse, um livro de leitura frenética. Quem sabe, foi bom ter sido assim: combinou com o ritmo lento, tranquilo e leve do início do ano, quando estava de férias.

Jojo segue sendo uma autora incrível para mim, e já estou empolgada para mais uma aventura com ela.

Categoria: Livros
post da Martinha Fonseca

Resenha de Livro: O Acordo

Livro que devorei em 1 dia

16 fev 17

Vamos dar uma pausa no conteúdo de moda, e aproveitar a quinta-feira para falar de livros? Esse é um tipo de post que vocês pediram que aparecesse mais aqui no blog esse ano, e embora eu não seja uma leitora muito rápida, estou tentando ao máximo compartilhar minhas experiências literárias com vocês! Vamos então falar sobre O Acordo?

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Título: O Acordo
Série: Amores Improváveis #1
Autora: Elle Kennedy
Editora: Paralela
Páginas: 360
Ano: 2016
Onde comprei: Saraiva
“Tocante, profundo, engraçado, sexy… ”O Acordo” é um romance que vai te encantar e surpreender a cada página. Hannah Wells finalmente encontrou alguém que a interessasse. Mas, embora seja autoconfiante em vários outros aspectos da vida, carrega nas costas uma bagagem e tanto quando o assunto é sexo e sedução. Não vai ter jeito: ela vai ter que sair da zona de conforto Mesmo que isso signifique dar aulas particulares para o infantil, irritante e convencido capitão do time de hóquei, em troca de um encontro de mentirinha. Tudo o que Garrett Graham quer é se formar para poder jogar hóquei profissional. Mas suas notas cada vez mais baixas estão ameaçando arruinar tudo aquilo pelo qual tanto se dedicou. Se ajudar uma garota linda e sarcástica a fazer ciúmes em outro cara puder garantir sua vaga no time, ele topa. Mas o que era apenas uma troca de favores entre dois opostos acaba se tornando uma amizade inesperada. Até que um beijo faz com que Hannah e Garret precisem repensar os termos de seu acordo”.
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Eu não conhecia a autora, tampouco sabia que esse livro faz parte de uma Série. Mas sabe que fiquei feliz com esse encontro? No final do ano eu estava atrás de uma leitura leve, um romance água com açúcar sim, mas que fosse gostoso de ler. E não é que foi justamente isso que encontrei em O Acordo?
Investigando, descobri que esse é um livro que faz parte de uma categoria de livro chamada “New Adult”, ou seja, livros cujos personagens estão saindo da adolescência, entrando no mundo adulto e com isso vivendo conflitos e novas descobertas. Tudo bem que eu ano mais pra “adulto adulto” do que “novo adulto” com meus 28 aninhos, mas eu sigo bem menina na hora de me deixar levar por romances.
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Ao contrário do que acontece com 99.9% dos livros que eu leio, esse eu acabei em 1 único dia. Deu até pena quando acabou! heheheh O livro é todo contado pela perspectiva dos personagens principais, Hannah e Garret, alternadamente. Isso acabou reduzindo um pouco a história deles apenas ao momento presente e ao que eles viviam da história, excluindo momentos de outros personagens e até histórias, traumas e vivências anteriores deles dois, que eu gostaria de saber mais.
Hannah é uma menina muito bacana, muito correta e apesar de ser certinha, é longe de ser uma mocinha chata, óbvia e irreal. No entanto, meu lado teen gostou mesmo foi de Garret, muito mais complexo do que se imagina nas primeiras páginas, e com muito mais intrega e presença na história. Gostei de descobri sua história (queria saber mais), suas motivações e sonhos, sabe? Torci pelos dois desde o início, com uma pontinha de torcida a mais por ele, se é que isso é possível.
Eu escolhi esse livro, madame, no fim do ano, quando estava precisando dar um time das coisas do vblog e da minha vida profisional, e não poderia ter acertado mais! Então, se você, madame, estiver atrás de uma leitura leve, rápida para passar o tempo sem precisar se esforçar muito, recomendo super a leitura. Não chega a ser um romance envolvente como os de Sophie Kinsella ou Jojo Moyes e que já falei aqui no blog,  mas ainda assim, uma delícia! Vou procurar saber se os outros livros da série já estão disponíveis, adoraria ler!
Categoria: Sem categoria