post da Martinha Fonseca

Onde Ficar? {Dica de Hotéis na Califórnia}

10 abr 13

Hello madames!

Posso começar o post de hoje dando um puxão de orelha em vocês? Coisa leve, coisa de amiga…mas cadê vocês nos comentários?? Como leitora de blogs que também sou, entendo a preguiça/vergonha de muitas em comentar; mas os comentários de vocês são super importantes para eu saber se o post foi bacana, se ajudou vocês, se o blog está interessante. Me dá esse help! hihiihihi

Dito isso, vamos ao que interessa. Os hotéis na Califórnia.

Viajei por 15 dias (na verdade, 12 se tirar os dias de viagem de avião) e o planejamento era seguir de Los Angeles até San Francisco e voltar para LA, parando pela cidades mais interessantes ao longo do caminho. É uma viagem um pouco corrida e longa, mas vale à pena. Muito!!! Tenho mil dicas para compartilhar com vocês, mas para deixar tudo mais organizado, decidi ir compartilhando tudo por categorias. Ontem foi dia de mostrar sobre a organização da mala, hoje é dia de falar de hotéis.

Saímos de Salvador dia 26 pela manhã, e depois de hooooras de viagem (gente, a Califórnia é longe! 7h no trecho SSA-MIA, e mais 6h de MIA-LAX) chegamos em Los Angeles. A cidade é enorme, e por lá, você pode ficar em West Hollywood, Santa Mônica e Berverlly Hills. Ficamos com a última opção – primeiramente por conta do preço dos hotéis – que era melhor, segundo por que era mais bonitinho e glamuroso mesmo. Acabamos descobrindo que BH é meio longe de tudo, e é preciso alguns minutos no carro (10, 15min) para chegar em alguns lugares (tipo Wallmart, que eu super considero um lugar nos EUA…kkkk!). A boa notícia é que ficamos pertinho da Rodeo Drive, famosa rua de compras de luxo. uhu!

O Thompson Hotel foi o único hotel que já tínhamos reservado antes de sair de Salvador. Achei incrível, a decoração era toda escura (o corredor é todo preto!), e isso causa certo estranhamento a algumas pessoas, mas eu adorei. Era confortável, bem localizado (como disse, pertinho da Rodeo Drive), o pessoal do hotel super solícito, tudo muito limpo, organizado e novo. O ponto negativo é que o café da manhã não era incluso, nem o wifi no quarto. Conexão de graça só no lobby. Aliás, de todas as vezes que fui aos EUA (sempre costa leste), nunca tinha tido problemas com isso. Mas parece que café da manhã incluso na diária e wifi no quarto é artigo de luxo nos hotéis da West Coast.

Passamos 26, 27 e 28 em Los Angeles, aproveitando para conhecer Hall of Fame (falo de programações turísticas em outro post), Santa Mônica, Huntington Beach e a própria Los Angeles/Beverly Hills nesses dias. Dia 29 partimos para uma das cidades que mais adorei em toda viagem, Santa Barbara. Foi quando descobrimos que viajamos em pleno Spring Break, e isso deixou os hotéis mais caros do que o esperado (achávamos que os hotéis mais caros seriam os de LA e San Francisco, mas acabou com tudo quase a mesma coisa). A programação era fica apenas do dia 29 para o dia 30 por lá – quando chegamos, até tentamos mudar a programação e ficar até o dia 31; mas o maldito Spring Break lotou todos os hotéis, e acabamos ficando só um dia mesmo. Uma pena…

The Fess Parker Santa Barbara Hotel é da rede Hilton e o hotel é incrível. Resort. O quarto super confortável, espaçoso, bem decorado. Novamente, adorei a estadia mas wi-fi era só no lobby e café da manhã não era incluso. #kuen

Próxima parada, Carmel. Na verdade, nas pesquisas que fizemos e também através de dicas de amigos, fomos para Carmel, mas paramos em Monterey (que é do lado, tipo 5min) para a hospedagem. É mais barato, ok? Fica a dica. Carmel é cidade bem turística e bem de riquinho. É melhor ficar em Monterey.

Sobre o hotel – o Casa Munras Hotel&Spa – foi um dos mais simples que ficamos. Não pelo hotel em si – a estrutura era enorme e bem cuidada, e o pessoal super atencioso; mas os quartos era bem menores, a cama mais apertadinha, e o banheiro um frio horroroso!! Não tinha aquecimento, a janela deixava o vento passar e, veja bem, acordar de manhã e tomar banho era quase uma tortura. Mas venci o horror, e cá estou eu, sã em salva, na minha casa, onde o chuveiro é quentinho e não passo frio de manhã. heheheheh #madamedramática.

A boa notícia? Apesar da ausência de café da manhã incluso, tínhamos wifi de graça por todo hotel! uhu! * pulinhos de alegria *

Em seguida, paramos em Lake Tahoe. Chegamos na terça-feira, 2 de abril. Fomos bem no fim da temporada mesmo (apesar de quase todas as pistas ainda estarem abertas, a estação em si fecharia logo em seguida, 15 de abril, se não me engano), mas vale a dica para quem for aproveitar a próxima temporada de ski: durante a semana os hotéis em estações de ski costumam ser mais baratos. E em viagem, qualquer economia é bem-vinda, certo? Ainda mais quando isso significa mais $$$ para compras. hehehe

O Heavenly Village Way é top, exatamente ao lado do teleférico para subir até a estação Heavenly. A estrutura é incrível e ficamos em um quarto com cozinha, o que é uma mão na roda quando se chega cansado de passar um dia andando feito astronauta com as botas de ski (hahahaha, foi minha primeira vez numa estação de ski, muito engraçado minhas quedas na aula! heheheh).

Em seguida, já na fase final da viagem, ficamos 2 dias em San Francisco no hotel Zetta, de longe, o hotel mais incrível da viagem. Ele era todo decorado de forma moderna (tinha um lustre feito de óculos de grau), o quarto é incrível, o banheiro com tamanho bem bom, o chuveiro forte (amo!), e a cama ótima. O “café-da-manhã” era incluso, mas se resumia a uma cesta de croissants e café  e acabava em 1h (no último dia, no entanto, foi o que nos salvou para comermos algo logo cedo e sairmos em direção a LA). A boa notícia era o wifi era grátis em todo o hotel e o elevador tinha espelho (hahahaha até fiz piada no instagram, mas juro que senti falta do espelho nos elevadores dos outros hotéis! queria tirar foto, pô! hahahahaha #blogueiraviciada).

Por fim, encaramos a estrada de volta, em 5h horas direto de SF a Los Angeles no sábado, 6 de abril. Ficamos o domingo por lá e retornamos na segunda-feira, 8, a tarde.

O hotel da vez foi o Beverly Hills Plaza (foi cena do filme Uma Linda Mulher, descobrimos isso depois!) e ele é mais bonito na entrada/lobby do que nos quartos. O hotel tem quase 60 anos e, não é que o quarto seja ruim (ele é bem espaçoso, e tem um sala antes do “quarto” propriamente dito, o que foi ótimo para organizar as malas na hora de voltar pra casa), mas os quartos eram mais antigos e muito menos luxuosos que a entrada – rolou uma certa frustração, sabe? Por lá, nem wifi grátis (nem no lobby nem nos quartos), nem o café-da-manhã. Mas nada que um Starbucks não solucionasse.heheheh

Pronto, post enorme, mas tudo explicadinho aí!!

Quanto ao preço dos hotéis, pagamos uma média de 130 dólares a diária. Como falei, acreditamos que, em alguns casos, o período de Spring Break inflacionou os preços. De todo modo, reservamos tudo pelo booking.com e hoteis.com – e por lá, os preços variam muito. O mesmo Thompson de LA, que achamos por preço ótimo nos primeiros dias, estava um fortuna no período em que retornamos à cidade, depois da viagem de carro. Não valia à pena ficar por lá, o que justifica termos ido ao Beverly Hills Plaza.

Então, é pesquisar mesmo para achar um hotel que seja bacana, mas que esteja dentro do seu orçamento, ok? :*

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